O Revelando São Paulo, em sua nona edição, abriu o Parque da Água Branca para a Catira, o São Gonçalo, o Cururu, os Adoradores de Santa Cruz, o Fandango, o Samba de Roda, a Cavalhada, os carros de boi, para São Benedito e, como não podia deixar de ser, para a Nossa Senhora Aparecida.
O artesanato e as comidas típicas causavam congestionamento de olhares curiosos por tanta tradição paulista que, sem medo de se extinguir, reinou pelos nove dias do evento.
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Cido Garoto apresenta seus versos de improviso, enquanto Donizete espera a vez de responder aos desafios, cantados na carreira de São João durante o IX Revelando São Paulo. O cururu é tradição de uma região específica do estado de São Paulo, o Médio Tietê, especialmente Sorocaba e Piracicaba. |
Anísio do Bandolim e seus convidados no palco do Revelando. Da esquerda para a direita, Amauri (violão), Anísio (bandolim), Valmir (afuxê), Silva (violão). |
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| Mas não foi só no palco que a música esteve presente. Nos vários cantos do Parque da Água Branca, os músicos chamavam a atenção. O que havia em comum? A música caipira. | |
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José Mira (à esquerda da fotografia) descansa da viola, mas não da música caipira. Ao fundo, Sr. José, da barraca de vinhos da Casa dos Açores. |
Os Adoradores de Santa Cruz encontram seus conterrâneos de Carapicuíba. |
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